Vistas do espaço, as tempestades de areia são fenômenos de grande beleza, mas ser atingido por uma é algo bastante assustador, como pode afirmar o cinegrafista na National Geographic Bob Poole. Durante as filmagens de um documentário sobre a migração de elefantes no Mali, na África, Poole viu uma imensa parede de vento e poeira vindo em sua direção. Por quatro horas a areia bloqueou o sol e fez a paisagem africana se parecer com a superfície de Marte.
Uma tempestades de areia ocorre quando a umidade relativa do ar é mais baixa que 80%, permitindo a suspensão de partículas em sua maioria sólidas mas não aquosas pelo ar. São mais freqüentes em regiões com grande quantidade de areia e baixa umidade, como desertos. Nas fotos a seguir, divulgadas pelo Observatório da Terra da NASA, podemos apreciar em segurança esses incríveis fenômenos em diversas partes do planeta.
Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar
Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.
Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.
Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.
Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.
Leia também
Economista sugere criação de ‘pix climático’ para famílias afetadas por enchentes e deslizamentos
Proposta surgiu durante encontro promovido pela ong RioAgora.org, que reuniu especialistas para debater propostas para os candidatos ao governo do RJ →
O que está em jogo com a crise da moratória da soja
STF convoca audiência de conciliação em abril, em meio ao enfraquecimento do acordo que ajudou a conter o desmatamento na Amazônia nas últimas duas décadas →
Plano de bioeconomia aposta em metas ambiciosas até 2035
MMA publica resolução da Comissão Nacional de Bioeconomia que define objetivos para crédito, restauração e uso sustentável da biodiversidade →











