Notícias

Tatu-bola-da-caatinga será o mascote da Copa brasileira

Foi escalado para o torneio de seleções mundiais devido a habilidade de se enrolar e assumir um formato de bola quando se sente ameaçado.

Redação ((o))eco ·
11 de setembro de 2012 · 14 anos atrás
A FIFA acaba de divulgar a símbolo oficial da Copa do Mundo de 2014, a ser realizada no Brasil. Trata-se do Tatu-bola-da-caatinga (Tolypeutes tricinctus). Este simpático tatu é particular de áreas de Cerrado e Caatinga no nordeste do Brasil.

A característica que o levou a ser escalado para a Copa é a habilidade de, ameaçado, se enrolar e assumir um formato de bola. Funciona contra predadores naturais, mas não impediu que caçadores e a destruição de seu habitat o dizimassem. Ele chegou a ser considerado extinto, até que foi redescoberto na década de 1990.

Quer receber nossa newsletter?

Fique por dentro do que está acontecendo!



Quer receber nossa newsletter?

Fique por dentro do que está acontecendo!



Pesa por volta de 1,5 kg e mede 40 centímetros. Gosta de se alimentar de formigas e cupins, que encontra através de um faro apurado. Quando detecta seu lanche, cava o chão e avança buraco adentro com o nariz. Usando a língua comprida e pegajosa captura e come qualquer inseto que encontrar pela frente.

 

 
 

Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar

Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.

Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.

Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.

Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.

Leia também

Reportagens
27 de outubro de 2026

Políticas alimentares foram ‘totalmente degradadas’ sob Bolsonaro, afirma secretária 

Ana Terra Reis, do Ministério do Desenvolvimento Agrário, fala sobre os desafios da agricultura familiar diante das disputas territoriais em plena crise climática →

Colunas
27 de outubro de 2026

Navegando pelo retrocesso

A segurança da população não pode depender da disposição de legisladores em reconhecer os limites ecológicos, nem ficar subordinada aos interesses setoriais instalados no Congresso →

Colunas
27 de outubro de 2026

Do pasto à prateleira do mercado: os custos ocultos da indústria da carne bovina no Cerrado

Cobrar transparência não é um mero detalhe burocrático, mas uma condição para que seja possível cobrar responsabilidades ao longo da cadeia →

Mais de ((o))eco

Deixe uma resposta

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Saiba como seus dados em comentários são processados.