De André Martius Sugiro ao nobre biólogo e doutor Fábio Olmos, com gosto pela relação entre ecologia, economia e antropologia, que leia o livro “A ecologia política das grandes ONGs transnacionais e conservacionistas”, elaborado do Professor Antônio Carlos Diegues (NUPAUB – USP), acerca do papel das populações tradicionais e indígenas na conservação da Amazônia (por exemplo) e o tratamento dado a êles por tais ONGs, numa visão do poder do dinheiro “protegendo” interêsses escusos. Sugiro também que a academia priorize a pesquisa sobre o quê as populações tradicionais e indígenas precisam e querem, no tocante à utlilização dos recursos naturais (que podem e devem ser corretamente manejados), pois os mesmos têm o direito manter seus modos de vida e culturas preservados, livres do preconceito europeu e americano, lembrando que em quase todas as UCs brasileiras existem populações, indígenas ou tradicionais e que são BRASILEIROS dignos de respeito.
Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar
Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.
Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.
Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.
Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.
Leia também
Da fartura do sururu à maré de plástico: a transformação pesa nos manguezais da Ilha de Deus
O acúmulo de lixo atinge a saúde dos mangues, ameaça o sustento de comunidades tradicionais, enquanto o novo plano de resíduos da capital pernambucana não fixa metas concretas para a reduzir geração de resíduos na origem →
Lula quer atrair data centers, mas expansão ocorre sem garantias ambientais
Governo também aposta em IA brasileira; Em SP, um dos maiores data centers do país começa a surgir sem garantias de proteção aos recursos hídricos e ao uso energético sustentável. →
COP17: entre os limites da diplomacia e a urgência da biodiversidade
As COPs não têm o poder de resolver sozinhas a crise ambiental, mas seu papel está longe de se limitar à produção de discursos e compromissos vazios →

