De André Martius Sugiro ao nobre biólogo e doutor Fábio Olmos, com gosto pela relação entre ecologia, economia e antropologia, que leia o livro “A ecologia política das grandes ONGs transnacionais e conservacionistas”, elaborado do Professor Antônio Carlos Diegues (NUPAUB – USP), acerca do papel das populações tradicionais e indígenas na conservação da Amazônia (por exemplo) e o tratamento dado a êles por tais ONGs, numa visão do poder do dinheiro “protegendo” interêsses escusos. Sugiro também que a academia priorize a pesquisa sobre o quê as populações tradicionais e indígenas precisam e querem, no tocante à utlilização dos recursos naturais (que podem e devem ser corretamente manejados), pois os mesmos têm o direito manter seus modos de vida e culturas preservados, livres do preconceito europeu e americano, lembrando que em quase todas as UCs brasileiras existem populações, indígenas ou tradicionais e que são BRASILEIROS dignos de respeito.
Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar
Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.
Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.
Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.
Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.
Leia também
Goleiro de Cabo Verde é homenageado com nova espécie marinha
Vozinha, herói na campanha histórica do país africano na Copa do Mundo de 2026, teve seu nome dado a um recém-descoberto molusco do Caribe →
Campanha premiada em Cannes coloca conservação marinha brasileira em evidência
Reconhecimento em Festival de Criatividade de Cannes impulsiona debate sobre conservação marinha e reforça criação da maior área protegida do oceano brasileiro →
Quem destrói mais – agronegócio ou El Niño?
Enquanto as oscilações do El Niño são temporárias, a destruição contínua gerada pelo agronegócio impõe um colapso hídrico e climático de longa duração →

