As chuvas que fizeram o Governo da Bolívia decretar estado de emergência na semana passada se agravaram e provocaram graves problemas em diferentes regiões do país. Entre as áreas mais atingidas estão o distrito de Beni, na Amazônia boliviana, com graves impactos em zonas florestais e em áreas de pecuária e agricultura. As precipitações têm ligação com variações climáticas que afetam diferentes zonas da América do Sul.
Ao anunciar que 2013 foi um dos dez anos mais quentes desde que o monitoramento da temperatura começou (leia informe em inglês), a Organização Meteorológica Mundial anunciou a previsão de variações mais extremas de temperatura, com precipitações intensas e inundações em algumas regiões, e secas prolongadas e outras.
Leia também:
Bolívia: nova reserva de área úmida com 7 milhões de hectares
Incêndios põem Bolívia entre países com maior desmatamento
Queimadas voltam a afetar municípios da Amazônia boliviana
Leia também
Perigos explícitos e dissimulados da má política ambiental do Brasil
pressões corporativas frequentemente distorcem processos democráticos, transformando interesses privados em decisões públicas formalmente legitimadas →
Transparência falha: 40% dos dados ambientais não estavam acessíveis em 2025
Das informações ambientais disponibilizadas, 38% estavam em formato inadequado e 62% desatualizadas, mostra estudo do Observatório do Código Florestal e ICV →
O Carnaval é termômetro para medir nossos avanços no enfrentamento da crise climática
Os impactos da crise climática já são um problema do presente. Medidas políticas eficazes de prevenção aos eventos climáticos extremos não podem ser improvisadas às vésperas das festividades →





