Salada Verde

Canadá fechará usinas termelétricas a carvão até 2030

O objetivo é reduzir as emissões de gases de efeito estufa. O país tem como meta a redução de 80% das emissões até 2050

Sabrina Rodrigues ·
22 de novembro de 2016 · 5 anos atrás
Salada Verde
Sua porção fresquinha de informações sobre o meio ambiente
Candiota, no Rio Grande do Sul, é a maior termelétrica a carvão do país. Foto: Flickr
Candiota, no Rio Grande do Sul, é a maior termelétrica a carvão do país. Foto: Flickr

Uma boa notícia veio do Canadá. Na segunda-feira (21), o governo divulgou que até 2030 fechará as suas usinas termelétricas a carvão. O compromisso tem o objetivo de reduzir as emissões de gases de efeito estufa. Catherine McKenna, ministra do Meio Ambiente tem como meta a redução de 80% das emissões de gases do efeito estufa até 2050. O fechamento das termelétricas corresponderá a uma redução de mais de cinco milhões de toneladas de emissões de carbono que são produzidas pelo Canadá e será o mesmo que retirar 1,3 milhão de veículos de circulação. Futuramente são aguardadas medidas semelhantes em relação a usinas a gás natural, segundo a ministra.

Fonte original: Folha de S. Paulo

  • Sabrina Rodrigues

    Repórter especializada na cobertura diária de política ambiental. Escreveu para o site ((o)) eco de 2015 a 2020.

Leia também

Salada Verde
3 de dezembro de 2021

Paraná pretende reativar trecho brasileiro de trilha histórica que liga o Atlântico ao Pacífico

Chamada de Caminhos do Peabiru, trilha tem 1.550 no trecho paranaense, que vai de Paranaguá a Guaíra. Caminho era usado por incas e guaranis, antes da colonização

Notícias
3 de dezembro de 2021

Amapá vende terras públicas invadidas a R$ 46 o hectare

Estado possui mais de 2,5 milhões de hectares de áreas ainda não destinadas. Cerca de 50% deste total é classificado como de importância biológica extremamente alta

Reportagens
3 de dezembro de 2021

Novo Código de Mineração propõe aprovação automática de milhares de processos parados na ANM

Proposta pode afetar mais de 90 mil requerimentos que aguardam aprovações técnicas e ambientais; medida ainda interfere na criação de unidades de conservação e dificulta demarcação de terras indígenas

Mais de ((o))eco

Deixe uma resposta